LINO É UM MONSTRO! Craque dá 3 assistências, Pedro e Lorran brilham em vitória do Mengão!

Que atuação de gala do nosso Mengão! Samuel Lino foi o maestro com 3 passes pra gol, e os garotos da base mostraram seu valor. SRN!

Jogadores do Flamengo com o troféu do Algarve após vitória sobre o Benfica (Foto: Gilvan de Souza / Flamengo)

QUE ATUAÇÃO DE GALA, NAÇÃO!

É O FLAMENGO, NÃO TEM JEITO! Em amistoso contra o Olimpia, o Mengão mostrou a força do seu ataque e, mesmo com alguns sustos, deixou a Nação Rubro-Negra com o peito estufado de orgulho. O nome do jogo? Anota aí: SAMUEL LINO! O que esse cara jogou foi brincadeira. Simplesmente o dono do campo, o maestro que regeu a nossa orquestra. SRN!

A gente sabe que amistoso de intertemporada é pra testar, pra ajustar a máquina. E o Mister acertou em cheio ao manter Lino como camisa 10. O resultado? Uma atuação de gênio, pra lavar a alma de qualquer rubro-negro. Vamos analisar o que rolou nesse jogaço!

O SHOW ABSURDO DE SAMUEL LINO

Parem as máquinas! O que Samuel Lino fez em campo precisa ser estudado. O cara foi, sem a menor sombra de dúvida, o melhor em campo. Ah, mas ele perdeu uma chance cara a cara no começo? Perdeu! E daí? O futebol é muito mais que isso. Ele foi o cérebro, o pulmão e o coração do nosso ataque.

Os números não mentem: foram TRÊS assistências para os quatro gols do Flamengo. Três! Ele encontrou os companheiros com uma visão de jogo absurda, desmontando a defesa adversária a cada toque na bola. Foi ele quem criou a jogada para o quarto gol, achando um passe magistral. É esse tipo de jogador que a gente quer ver com o Manto Sagrado: decisivo, inteligente e com sangue nos olhos. Dale, Lino!

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A MOLECADA TÁ VOANDO! LORRAN E PEDRO DECISIVOS

E não foi só o Lino que brilhou. A nossa base vem como? FORTE! Lorran, que foi a surpresa na escalação, começou o jogo um pouco nervoso, errando alguns passes. Normal pra um garoto com essa responsabilidade. Mas depois, meu amigo… ele entrou no jogo e mostrou porque é uma das nossas maiores joias.

O moleque cobrou falta na cabeça de Pedro, criou chances e, pra coroar, fez o seu gol aproveitando uma falha do goleiro deles e ainda deu uma assistência para o Bruno Henrique. Isso é ter personalidade! É cair, levantar e decidir o jogo. Orgulho define!

E o nosso artilheiro, Pedro? Queixada guardou o dele, como sempre. Marcou seu primeiro gol na série de amistosos e mostrou todo o seu repertório. Deu um toque de calcanhar LINDO que deixou Lino na cara do gol, meteu cabeçada perigosa e quase fez um gol de placa de cavadinha. O homem é um tormento para qualquer zaga. Ter um camisa 9 desse calibre é um luxo que só o Mais Querido tem!

LUZES E SOMBRAS NA NOSSA DEFESA

Nem tudo foram flores, e a gente precisa ser honesto. A defesa vacilou em alguns momentos. Sofremos dois gols que poderiam ser evitados. No primeiro, a bola espalmada para o meio da área foi fatal, e houve um buraco no meio-campo que não pode acontecer. No segundo, uma falha individual feia num recuo de peito acabou entregando o ouro para o adversário.

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O garoto que foi mantido na lateral mesmo com a volta de Ayrton Lucas pareceu sentir a pressão. O primeiro gol saiu pelo seu setor e ele falhou diretamente no segundo. Mas o futebol tem dessas coisas, e o importante é que ele não se escondeu: participou da jogada do quarto gol, mostrando que tem potencial para dar a volta por cima. É assim que se forma um craque, Nação! Apoiando na dificuldade!

Apesar dos erros, também vimos pontos positivos. Tivemos bloqueios importantes, faltas táticas inteligentes para matar contra-ataques e uma postura de briga que honra o Manto. O Mister tem trabalho a fazer, mas o caminho é esse.

PREOCUPAÇÃO E A MÃO DO TÉCNICO

A nota triste do jogo foi a situação do nosso ídolo Bruno Henrique. O cara entrou, jogou apenas 17 minutos, deixou o seu golaço com um chutaço no ângulo e… precisou ser substituído após sofrer uma falta dura, sentindo dores no joelho. A Nação inteira está na torcida pela sua rápida recuperação. Força, BH27!

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Por fim, vale destacar as decisões do nosso comandante. Acertou ao bancar Lino como 10, deu minutos importantes para o Varela, visando a volta do Brasileirão, e poupou o Jorginho no gramado ruim do Mané Garrincha. Mostrou que tem o grupo na mão e está pensando no longo prazo. O time pode não ter começado bem, mas mostrou poder de reação, controle e competitividade. É isso que a gente espera do Mengão!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.