DO BERÇO AO MANTO! Conheça Sofia Couto, a zagueira que tem o DNA do Flamengo na veia!

Nascida e criada no DNA Rubro-Negro, Sofia Couto é a nova joia da zaga do Mengão. Conheça a história da cria que vive o sonho de toda a Nação!

Sofia Couto, zagueira do Flamengo e da Seleção Brasileira sub-20. (CBF/Divulgação)

SANGUE RUBRO-NEGRO CORRENDO NAS VEIAS!

Tem coisa mais bonita do que ver um de nós, da Nação, realizando o sonho de vestir o Manto Sagrado? É de arrepiar, meus amigos! E a história de hoje é sobre isso: sobre paixão que nasce em casa, que cresce nas arquibancadas do Maraca e que se transforma em realidade no gramado. Hoje vamos falar de Sofia Couto, a nossa nova joia da zaga, uma defensora de 18 anos que é Flamengo até a alma!

Nascida e criada no Grajaú, na Zona Norte do Rio, Sofia não é uma atleta que ‘virou’ flamenguista. Ela JÁ NASCEU flamenguista! A história dela com o Mengão começou muito antes de qualquer peneira ou convocação para a Seleção de base. Começou no colo do pai, ao lado do irmão, em uma família onde o vermelho e preto não são apenas cores, são um estado de espírito.

É o tipo de história que nos enche de orgulho. Enquanto muitos chegam ao clube, ela já pertencia a ele. Nas palavras da própria cria, a identificação é antiga. “Sou flamenguista desde o berço. Meu pai tem tatuagem do Flamengo, de Libertadores. Ir ao Maracanã com ele e com meu irmão era rotina. O Flamengo sempre foi muito especial na minha vida”, contou a zagueira. Isso não se treina, Nação. Isso nasce com a gente!

DA QUADRA PARA O GRAMADO SAGRADO

A trajetória dela no esporte, no entanto, começou longe dos grandes gramados. O primeiro amor de Sofia foi o futsal. Foi ali, nas quadras, que ela deu os primeiros chutes, aprendeu a driblar e a competir, sempre incentivada pela família. “Eu comecei com o meu irmão. Sempre falo isso e sempre vou falar. Foi meu irmão e o meu pai que me levaram para esse mundo do futebol”, revela a defensora, mostrando a gratidão que só os grandes têm.

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Ela vivia o ambiente do futsal, disputando campeonatos regionais e brilhando nas escolinhas. Mas o destino reservava algo maior. Aos 14 anos, o futebol de campo chamou. A mãe dela encontrou uma peneira no Mais Querido, e a jovem, acostumada com a bola pesada e o domínio de sola, teve que reaprender tudo. Imagina o desafio!

“Eu não jogava campo, não fazia ideia de como era. Não sabia dominar a bola no campo, era só futsal, usando a sola. Aí comecei no Flamengo e estou aqui desde então”, relembrou Sofia. É a prova de que talento e dedicação superam qualquer obstáculo. Ela chegou crua no campo, mas com o coração pintado de vermelho e preto, e isso fez toda a diferença.

ZAGUEIRA POR ACASO, GIGANTE POR VOCAÇÃO

E acredite se quiser: a posição que ela ocupa hoje, defendendo nosso escudo com uma garra impressionante, surgiu por puro acaso. Como muitas meninas que vêm do futsal, Sofia queria mesmo era fazer gol, atacar, correr pra cima. O sangue ofensivo do Mengão falava alto!

Mas no dia da peneira, o destino agiu. “Eu queria jogar aberta, gostava de correr, de atacar. Mas tinha muita atacante e nenhuma zagueira. Acabei ficando ali atrás”, contou. Os olheiros do Mengão, com a visão clínica que a gente conhece, viram o potencial bruto: “Falaram que eu era alta, tinha velocidade e força, então comecei a jogar na defesa”. E que acerto espetacular! O que começou como um improviso se revelou a vocação de uma defensora que tem tudo para fazer história.

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Hoje, ela é um pilar na base e já respira os ares do time principal. A zagueira vive a rotina de treinar e jogar tanto pelo Sub-20 quanto pela equipe profissional, uma transição que exige foco e mentalidade de campeã. É o último degrau antes da glória definitiva.

INSPIRAÇÃO EUROPEIA E MENTALIDADE DE VENCEDORA

Chegar ao time de cima não é fácil. O ritmo é outro, a cobrança é maior, a velocidade do jogo é absurda. Sofia sentiu o impacto. “Eu estava muito ansiosa por esse momento. Desde o ano passado já vinha treinando algumas vezes com o profissional e sempre senti muita diferença de ritmo, de experiência e de comunicação. As jogadoras falam o tempo todo, os passes são mais firmes, tudo acontece mais rápido”, descreveu.

Para encarar esse novo mundo, ela buscou inspiração em um dos maiores zagueiros do futebol mundial: o português Rúben Dias. Uma entrevista do defensor mudou sua perspectiva. “Vi ele falando que tratava cada fase da carreira como um novo ciclo. Quando subiu para o profissional, deixou para trás tudo o que tinha conquistado na base. Estou tentando fazer isso também”, explicou a nossa joia. Que mentalidade! É assim que se formam os campeões: um olho no presente, outro no futuro, mas com os pés fincados na humildade e no trabalho duro.

Essa filosofia de ‘zerar o placar’ a cada etapa é o que vai levá-la longe. Se precisa voltar para a base para ajudar, ela volta. Se é chamada para o profissional, ela foca 100%. É o compromisso total com o Manto Sagrado, não importa a categoria.

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ACOLHIDA PELAS IRMÃS DE MANTO

Nessa jornada, ninguém vence sozinho. E no Flamengo, a gente sabe que a união faz a força. Sofia encontrou no elenco principal o apoio de companheiras que já trilharam o mesmo caminho. A adaptação tem sido mais fácil graças a elas.

Ela faz questão de destacar o suporte que recebe. “A Núbia conversa muito comigo porque ela viveu essa transição no Flamengo. A Thaísa…”, contou, mostrando que a experiência das mais velhas é fundamental para as mais novas. É essa a família Flamengo que a gente ama ver. Uma ajudando a outra, todas pelo mesmo objetivo: levar o Mengão ao topo!

A história de Sofia Couto é um recado para toda a Nação. É a prova de que o nosso amor pelo clube é uma força poderosa, capaz de transformar sonhos de criança em realidade. Ela é uma de nós, que agora luta por nós dentro de campo. Que futuro brilhante a espera com o Manto Sagrado! Pra cima delas, Sofia! SRN!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.