REVÉS NA JUSTIÇA! Recurso Negado para o Nosso Ídolo
A Nação Rubro-Negra acordou com uma notícia preocupante nesta semana. Nosso ídolo, o Rei dos Clássicos, Bruno Henrique, sofreu um duro golpe fora dos gramados. O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) bateu o martelo e rejeitou o recurso apresentado pela defesa do nosso atacante, mantendo-o na condição de réu pelo crime de estelionato. É de cair o queixo, Nação!
A decisão, que saiu na última quarta-feira (10), é mais um capítulo de uma novela que a gente não queria ver. O processo investiga um suposto esquema de apostas esportivas que teria acontecido naquela partida contra o Santos, pelo Brasileirão de 2023, lá em Brasília. Uma situação que mancha o espetáculo e que, infelizmente, respinga no nosso Manto Sagrado.
É uma batalha que agora se arrasta nos tribunais comuns, e a gente fica aqui na torcida, com o coração na mão, esperando que a verdade prevaleça e que nosso camisa 27 prove sua inocência. A gente conhece o caráter do Bruno Henrique, um jogador que sempre honrou nossas cores com raça e muito futebol. É difícil acreditar em qualquer coisa que desabone sua conduta.
A Tese da Defesa e a Resposta do Desembargador
Os advogados do nosso craque entraram com tudo, com uma linha de defesa bem clara. Eles argumentaram que a acusação de estelionato não poderia seguir em frente porque as casas de apostas, que seriam as vítimas do suposto golpe, não chegaram a formalizar uma queixa, uma representação direta contra o Bruno Henrique. Parecia um argumento forte, não é mesmo?
Contudo, o desembargador Jair Soares, responsável pela decisão, não viu a coisa da mesma forma. Para ele, os alertas e as comunicações que as próprias empresas de apostas enviaram para as autoridades durante a investigação já eram prova mais do que suficiente do interesse delas em ver o caso apurado. Ou seja, não precisava de um papel assinado dizendo ‘queremos processar’.
Nas palavras do magistrado, a lei não exige uma formalidade toda específica para esse tipo de representação. O que importa é que a vítima demonstre, de forma clara, que quer ver a justiça agindo. E, segundo ele, foi exatamente isso que as plataformas de apostas fizeram. É uma interpretação da lei que complica, e muito, a situação do nosso atacante. É um balde de água fria na nossa esperança de ver esse caso encerrado rapidamente.
Não é Só o BH27: Família e Outros na Mira da Justiça
E a situação é ainda mais ampla e delicada. O TJDFT não negou apenas o recurso do Bruno Henrique. A decisão se estendeu ao irmão do nosso jogador, Wander Nunes Pinto Júnior, e à sua cunhada, Ludymilla Araújo Lima. Além deles, outras seis pessoas que também são investigadas no mesmo caso tiveram seus recursos negados. Todos, incluindo nosso ídolo, permanecem como réus.
A acusação é pesada: estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal. Se condenados, a pena pode variar de um a cinco anos de reclusão, além de multa. É uma possibilidade que assusta qualquer torcedor que tem o BH27 como referência. Estamos falando de uma pena de prisão, algo seríssimo que vai muito além das quatro linhas.
A investigação apura a suspeita de que o cartão amarelo recebido por Bruno Henrique no jogo contra o Santos teria sido provocado de propósito. A teoria da acusação é que isso beneficiaria apostadores que sabiam previamente que a advertência aconteceria. Uma acusação grave, que coloca em xeque a lisura do esporte que tanto amamos.
Alívio no Esporte: STJD Já Absolveu de Suspensão
Mas no meio de tanta notícia ruim, tem um ponto que serve de alento para a Nação. Na esfera esportiva, essa história já teve um ponto final. Em novembro de 2023, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) analisou o caso e tomou sua decisão. E foi uma vitória para o Mengão!
Nosso atacante foi absolvido da acusação mais grave (artigo 243-a) por 6 votos a 3, o que livrou ele de qualquer suspensão. Ou seja, ele nunca foi impedido de vestir o Manto Sagrado e nos dar alegrias em campo. A única punição foi uma multa no valor de R$ 100 mil. Uma prova de que, para a justiça do esporte, não havia elementos para tirar nosso craque dos gramados.
Naquela ocasião, o Flamengo fechou com seu jogador. A defesa contou com o advogado do clube, Michel Assef Filho, além do advogado pessoal do atleta, Ricardo Pieri Nunes. Até o vice-presidente do Fla, Flavio Willeman, e o empresário Denis Ricardo, estiveram presentes, mostrando união e apoio total. É assim que o Mais Querido age: a gente protege os nossos!
Agora, a luta continua na justiça comum. É um novo campo de batalha, mais complexo e demorado. Mas se tem uma coisa que a gente sabe sobre Bruno Henrique é que ele é guerreiro. Ele vai lutar até o fim, e nós, a maior torcida do mundo, estaremos aqui, mandando toda a energia positiva. Força, BH! Estamos contigo nessa. Dale Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.