RENATO MAURÍCIO PRADO DETONA JUIZ DO FLA X PAL: ‘CANALHA!’

A derrota para o Palmeiras dói, mas a forma como aconteceu é INACEITÁVEL. O jornalista Renato Maurício Prado botou a boca no trombone contra a arbitragem!

A Nação Rubro-Negra acordou com um gosto amargo e um sentimento de revolta que não cabe no peito! A derrota por 3 a 0 para o Palmeiras no Maracanã, pela 17ª rodada do Brasileirão, dói, mas o que realmente nos deixa indignados é a forma como tudo aconteceu. E não somos só nós, torcedores. O jornalista Renato Maurício Prado, que respira Flamengo, soltou o verbo e disse o que todo rubro-negro estava entalado na garganta.

Para RMP, o nome da derrota tem nome e sobrenome: Davi de Oliveira Lacerda, o árbitro da partida. A atuação do juiz foi, no mínimo, desastrosa e tendenciosa, culminando em um lance que mudou completamente a história do jogo.

A expulsão que mudou o jogo

O Mengão começou a partida pressionando, amassando o Palmeiras, como tem que ser no Maraca! A torcida empurrava e o gol parecia questão de tempo. Mas aí, aos 20 minutos do primeiro tempo, o lance capital. Carrascal, em uma jogada imprudente, é verdade, levantou o pé e acertou Murilo. O camisa 15 errou, e a Nação até vaiou na hora, mas a decisão do árbitro foi um absurdo completo.

Sem nem piscar, Davi de Oliveira Lacerda sacou o cartão vermelho direto. Não houve conversa, não houve critério, não houve nem a decência de consultar o VAR para analisar um lance que DEFINIU o clássico. Deixou o Mais Querido com um a menos e entregou o jogo de bandeja para o adversário.

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‘Juiz canalha com histórico’: A análise de RMP

Foi aí que Renato Maurício Prado, em sua análise pós-jogo, explodiu e traduziu o sentimento de toda a Nação. Ele não mediu palavras para criticar a arbitragem e insinuar um favorecimento claro ao time paulista.

“Que jogo. Que estupidez do Carrascal. Que juiz canalha”, disparou RMP, sem rodeios. “Independentemente da estupidez do Carrascal, de colocar os pés nas alturas, onde se sabia que o árbitro tinha um histórico longo de simpatia com o Palmeiras. Ele deu o que o árbitro estava doido para fazer.”

A análise do jornalista foi cirúrgica e expôs a má vontade do árbitro. RMP detalhou o lance e deixou claro que a punição correta seria, no máximo, um cartão amarelo. “Muitos outros árbitros dariam apenas amarelo nesse lance. Sabe por quê? Embora o Carrascal tenha levantado o pé, ele toca na bola, e o Murilo abaixa a cabeça. Ao descer o pé, a chuteira raspa no jogador do Palmeiras; acho que pegou só no ombro”, explicou.

Para fechar com chave de ouro e mostrar o tamanho do absurdo, RMP concluiu: “Qualquer juiz que não tivesse essa disposição de ajudar o Palmeiras não teria dado esse vermelho. Não quis nem ir ao VAR”. É isso! Falou e disse! É a sensação de sermos operados dentro da nossa própria casa!

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O jogo depois do apito amigo

Com um jogador a mais, o Palmeiras, que estava acuado, encontrou um cenário que nem nos seus melhores sonhos esperava. O time deles cresceu no jogo e, como era de se esperar, aproveitou a vantagem numérica que caiu no colo.

Aos 37 minutos, Flaco López encontrou o caminho do gol e abriu o placar. O time do técnico Jardim sentiu o golpe. Jogar com 10 homens por mais de 70 minutos contra um rival é uma missão quase impossível. A derrota foi construída por uma decisão irresponsável e, segundo RMP, mal-intencionada da arbitragem.

Fica a pergunta no ar para a Nação: até quando o Flamengo será prejudicado dessa forma? A estupidez de Carrascal não apaga o fato de que o árbitro tinha um gatilho fácil e uma vontade imensa de nos prejudicar. A revolta é gigante. SRN!

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Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.