IRRESPONSÁVEL! Carrascal entrega o jogo e Mengão perde ‘final’ para o Palmeiras no Maraca!

Uma noite que era pra ser de festa virou pesadelo no Maraca. E o culpado tem nome: Carrascal. Sua expulsão irresponsável custou a liderança ao Mengão.

Entrada de Carrascal em Murilo no Flamengo x Palmeiras — Foto: Mateus Dutra / AGIF

A VERDADE VEIO À TONA, NAÇÃO!

A ferida daquela derrota dolorosa por 3 a 0 para o Palmeiras, em pleno Maracanã, ainda está aberta. E para jogar mais sal nela, a CBF divulgou neste domingo (24) o áudio completo da conversa entre o árbitro Davi de Oliveira Lacerda e o VAR no lance que culminou na expulsão de Jorge Carrascal. E olha, o que foi dito só confirma o que a gente já sentia: foi irresponsabilidade pura.

Aos 20 minutos de jogo, o colombiano, em um lance que beira o inexplicável, levantou o pé na altura do céu e acertou a cabeça de Murilo. Vermelho direto. Sem choro. Foi a TERCEIRA expulsão dele na temporada. É inacreditável, Nação! Um jogador com a qualidade dele não pode cometer erros tão primários e prejudicar o Mengão dessa forma.

A CONVERSA QUE SELOU O DESTINO DE CARRASCAL

O áudio divulgado pela CBF é um banho de água fria naqueles que tentaram defender o indefensável. A comunicação entre a cabine do VAR, comandada por Caio Max Augusto Vieira, e o juiz de campo foi clara, rápida e decisiva. Não houve dúvida.

Logo de cara, o árbitro Davi de Oliveira Lacerda narra o que viu: “Ele acerta a sola no rosto”. Na cabine, a checagem começa, mas a constatação é imediata. “Ele joga a bola primeiro e depois toca o rosto, tá?”, diz um dos assistentes, mas isso não atenua a gravidade.

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O VAR é taxativo: “Ele joga a bola e depois atinge com a sola da chuteira o peito e rosto do adversário. Uma zona sensível”. A confirmação que faltava vem do AVAR: “Toca no rosto, Caio. Ele assume o risco”. Foi a pá de cal. Assumiu o risco. Essa é a frase que define a carreira de Carrascal no Flamengo até agora.

‘ESSA BOLA NÃO SE JOGA COM O PÉ!’

A parte mais emblemática, que mostra a irritação até de quem estava apitando, veio do próprio juiz de campo. Ao sacar o cartão vermelho para o nosso camisa 15, Davi de Oliveira Lacerda solta a frase que resume tudo: “Essa bola se joga com a cabeça, não com o pé”.

É uma bronca que ecoa o grito de cada um dos milhões de rubro-negros que viram a cena. Depois, ao ser questionado por alguém em campo, o árbitro ainda completou: “Se fosse no seu rosto seria da mesma forma, tá bom?”. Não há mais o que discutir.

ESPECIALISTA DA ESPN CRAVA: EXPULSÃO INCONTESTÁVEL

Para não deixar qualquer margem para teoria da conspiração, a analista de arbitragem da ESPN, Renata Ruel, deu seu veredito e concordou 100% com a decisão de campo. Para ela, a regra foi aplicada com perfeição.

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“Carrascal atinge o rosto de Murilo com as travas da chuteira, colocando em risco a integridade física do adversário. Isso caracteriza jogo brusco grave. Pela regra, é lance para cartão vermelho”, explicou a especialista. Segundo ela, a decisão de campo foi tão clara que o VAR agiu corretamente ao apenas confirmar, sem a necessidade de chamar o árbitro para rever o lance no monitor.

ATÉ QUANDO, CARRASCAL?

O talento é inegável. A capacidade de driblar, de criar, todos nós vemos. Mas de que adianta tudo isso se a cabeça não acompanha? De que adianta ser um craque com a bola no pé se, em momentos cruciais, uma decisão infantil coloca todo o trabalho do time no lixo?

A Nação Rubro-Negra abraçou Carrascal, deu apoio e esperou que ele se tornasse o jogador que todos esperamos. Mas a paciência tem limite. Três expulsões na mesma temporada é uma marca de indisciplina, não de um jogador que veste o Manto Sagrado do clube Mais Querido do Brasil. A derrota para o Palmeiras começou ali, naquele cartão vermelho. É hora de Carrascal entender o peso desta camisa. Ou ele aprende, ou o Mengão vai continuar pagando um preço muito alto por sua imaturidade.