GUERRA TOTAL! Fla x Palmeiras é muito mais que um jogo: a briga de Bap e Leila e o segredo de Jardim com Abel!

Neste sábado, o Maraca vai pegar fogo! Não é só bola rolando, é uma guerra política e de gestão entre Flamengo e Palmeiras! Entenda a treta!

Choro, recalque e provocação!

Dale, Nação! Aqui na Redação Tudo Fla, a gente vive o Flamengo 24 horas por dia, e tem coisas que a gente simplesmente não pode deixar passar. Depois da derrota por 3 a 0 para o Palmeiras, em um jogo complicado por uma expulsão no início, o que mais chamou a atenção não foi o placar. Foi o show de chororô e provocação barata do técnico Abel Ferreira na coletiva de imprensa.

O português, que parece ter uma fixação pelo Mais Querido, não se contentou com a vitória. Ele precisava usar os microfones para, mais uma vez, reclamar de um lance da final da Libertadores e, o mais absurdo, atacar o Flamengo por ter a maior torcida do mundo. É isso mesmo que você leu. Ele está incomodado com o tamanho da Nação Rubro-Negra.

O choro interminável sobre a Libertadores

Vamos aos fatos. Perguntado sobre a expulsão de Carrascal, Abel não perdeu a chance de destilar seu veneno. Ele classificou o vermelho como “justíssimo”, mas imediatamente engatou o seu disco arranhado preferido: a não expulsão de Pulgar na final da Libertadores.

“Claro que quando nosso adversário tem um jogador a menos, devido a uma expulsão justíssima, igual poderia ter acontecido na final na Libertadores, não canso de falar isso pois foi um lance exatamente igual…”, disse o técnico. É impressionante. O tempo passa, os campeonatos mudam, mas a obsessão de Abel com aquele lance em Lima parece ser eterna. Supera, professor!

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A derrota por 3 a 0 dói, claro que dói. Ninguém de sangue rubro-negro gosta de perder, ainda mais para um rival direto. Mas ver o técnico adversário precisando se escorar em desculpas e reclamações do passado para validar uma vitória presente mostra a dimensão do Flamengo.

PROVOCAÇÃO DIRETA: Abel ataca o Mengão por ter a maior torcida

Mas o ápice do discurso pequeno veio quando ele foi questionado sobre o uso de jogadores da base. E aí, Nação, preparem-se para o absurdo. Abel Ferreira basicamente reclamou que o Flamengo tem uma torcida gigante e, por isso, consegue mais dinheiro.

Ele elogiou seus jovens, como Allan e Arthur, e em seguida mirou no Mengão. Segundo o português, o Palmeiras “precisa” usar a base porque não tem as mesmas fontes de receita que o nosso rival. E qual seria essa fonte? A NOSSA NAÇÃO!

“Esses jogadores são fundamentais, ao contrário do nosso rival, como você estava dizendo, que consegue receitas através da moldura humana que tem… Nós temos que arranjar outras formas de receita, e uma dessas formas é valorizar esses ativos”, disparou Abel. “Moldura humana”. É assim que ele se refere à maior e mais apaixonada torcida do planeta. Para ele, nosso amor, nossa paixão, nosso apoio incondicional que gera receita é um problema. É de rir!

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Até os Garotos do Ninho foram alvo

A fonte da matéria ainda ressalta que, enquanto os jovens do Palmeiras brilharam, nossos garotos Evertton Araújo, Lucas Paquetá e Wallace Yan não tiveram uma noite feliz. E Abel, claro, usou isso para se gabar, falando do trabalho de sua comissão, citando Anderson Barros e João Paulo Sampaio, para organizar a vida dos “moleques” que passam a ganhar um “salário grande”.

É um golpe baixo. Em vez de focar nos méritos de sua equipe, ele precisa diminuir o rival e até mesmo os jovens jogadores que estão começando. Uma atitude pequena para um técnico que se diz tão vitorioso. Ele se esquece que o Ninho do Urubu é uma fábrica de craques reconhecida mundialmente, que revela talentos em série e que já nos deu títulos inesquecíveis.

Deixe que falem, Mengão!

No fim das contas, o discurso de Abel Ferreira é o maior elogio que o Flamengo poderia receber. Ele confirma que o tamanho do Mengão incomoda. A força da Nação, que lota estádios, quebra recordes de audiência e consome produtos como nenhuma outra, é algo que eles não conseguem replicar. E isso dói.

Eles podem ter vencido uma batalha. Mas a guerra é longa. E enquanto Abel se preocupa com a nossa “moldura humana”, a gente segue sendo o Mais Querido, o clube de maior torcida do Brasil, empurrado por milhões de apaixonados. Que eles arranjem as receitas deles. A nossa maior receita sempre será o amor incondicional da Nação Rubro-Negra. Isso, dinheiro nenhum compra. Pra cima deles, Mengo! SRN!