ABSURDO! Atitude de Paulinho, ex-Vasco, causa revolta na Nação em derrota do Mengão!

A derrota por 3 a 0 já doía, mas a atitude de Paulinho, ex-Vasco, foi a gota d'água. O atacante mandou a Nação calar a boca e o Maraca virou um barril de pólvora!

PROVOCAÇÃO E DESRESPEITO NO MARACA!

A Nação Rubro-Negra saiu do Maracanã com o coração partido neste sábado (23). A derrota por 3 a 0 para o Palmeiras dói, e muito. Mas o que fica na garganta, o que ferve o sangue, não é apenas o placar. É o desrespeito. A cena lamentável protagonizada pelo atacante Paulinho, aquele mesmo, ex-Vasco, que achou que tinha o direito de mandar a maior torcida do mundo calar a boca. Dentro da nossa casa. Inadmissível!

Nos minutos finais de uma partida já decidida, ele marcou o terceiro gol do adversário e, em vez de comemorar com os seus, virou-se para as arquibancadas do Mais Querido, levou o dedo à boca e fez o gesto mandando a Nação se calar. Afronta! Um ato que incendiou o gramado, gerou uma confusão generalizada entre os jogadores e mostrou a pequenez de quem não sabe o que é vestir o Manto Sagrado.

UM JOGO QUE COMEÇOU BEM E TERMINOU MAL

Quem viu o início da partida, sentiu o cheiro de gol do Mengão. O time do técnico Jardim começou amassando o Palmeiras, pressionando, sem dar espaço para o adversário respirar. O Maraca pulsava, empurrava a equipe para cima. Criamos chances, mas, infelizmente, pecamos na finalização. O futebol, como sempre, é cruel nos detalhes.

E o detalhe que mudou tudo veio aos 21 minutos do primeiro tempo. Em uma entrada mais dura em Murilo, nosso jogador Carrascal foi expulso. Uma decisão que mudou completamente o rumo da partida. Sob vaias da própria torcida, que sentiu o golpe, ele deixou o campo e deu ao Palmeiras a vantagem numérica que eles tanto queriam. Com um a mais, o adversário cresceu.

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COM UM A MENOS, A LUTA FOI INGLÓRIA

Não demorou para o castigo chegar. Aos 37 minutos, Flaco López encontrou espaço na nossa defesa e conseguiu balançar as redes do goleiro Rossi. Um balde de água fria, mas a Nação não se calou. Acreditamos na virada, porque somos Flamengo. E o time voltou para o segundo tempo com essa mesma energia, tentando pressionar, buscando o gol a todo custo.

Tivemos a chance! Paquetá, em um lance claro, desperdiçou a oportunidade que poderia nos colocar de volta no jogo. E quem não faz, leva. O Palmeiras, covardemente postado para o contra-ataque, se aproveitou. Em uma jogada individual, Allan atravessou nosso campo de defesa e, na saída de Rossi, ampliou o placar para 2 a 0.

A GOTA D’ÁGUA DE UM EX-RIVAL

O golpe final, no entanto, não foi o placar elástico. Foi a atitude. Já no apagar das luzes, o atacante Paulinho, que não marcava há tempos e vinha sendo cobrado pela própria torcida, achou de usar o Flamengo como palco para seu desabafo pessoal. Marcou o terceiro gol e, em um gesto de provocação barata, mandou a torcida mais apaixonada do Brasil ficar em silêncio.

A cena foi patética. O tumulto que se seguiu em campo foi uma resposta natural ao desrespeito. Enquanto torcedores rivais celebravam a ‘coragem’ do jogador nas redes sociais, a Nação Rubro-Negra mostrava sua indignação. Perder faz parte do esporte, mas ser desrespeitado dentro da nossa própria casa é algo que jamais vamos aceitar calados.

Essa derrota de 3 a 0 tem que servir de lição. Não pelo placar, mas pela forma como aconteceu. A expulsão de Carrascal nos custou caro e a provocação de um ex-vascaíno tem que ficar marcada na memória. Vamos levantar a cabeça, porque somos o Flamengo. A resposta virá em campo, com a bola na rede. SRN!

Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.