NAÇÃO RUBRO-NEGRA, que noite! Quem viu o Mengão jogar na Arena do Grêmio sabe: foi um baile, um recital, uma aula de futebol. A vitória por 1 a 0 foi daquelas que a gente comemora pelo resultado, mas fica com aquele gostinho de “poderia ter sido uns cinco”. O Mais Querido foi soberano, dominante, mas voltou a mostrar aquele pecadilho que tira nosso sono: a dificuldade de transformar um amasso em goleada.
Mas vamos com calma! O mais importante veio: três pontos na sacola, a diferença para o Palmeiras diminuindo e a certeza de que esse time, sob o comando de Leonardo Jardim, joga o melhor futebol do Brasil. SRN!
Um Domínio que Assusta (Mas Não no Placar)
Os números não mentem, Nação. Foi um massacre tático e técnico. Só para ter uma ideia, até os 25 minutos do primeiro tempo, o placar de finalizações era um acachapante 7 a 1 para o Mengão. Teve bola na trave, teve chute passando perto, teve de tudo! Faltou aquele capricho final, aquela maldade pra guardar a bola no fundo da rede e matar o jogo logo de cara.
E como diz o ditado, “quem não faz, leva”… e quase levamos. Em um lance isolado, nosso goleiro Rossi vacilou feio, mas tínhamos um anjo da guarda chamado Léo Pereira para salvar o que seria um gol inacreditável do adversário. Foi o único susto real, um lembrete de que em futebol, não se pode dar chance para o azar. A justiça prevaleceu, mas o coração do torcedor foi testado.
Atuações de Gala: Jorginho e Carrascal em Outro Nível
Se o placar não foi elástico, as atuações individuais foram de encher os olhos. O que jogou o nosso meio-campo foi brincadeira! Jorginho foi o maestro, um verdadeiro recital com a bola nos pés. Cada toque, cada passe, era uma aula. Simplesmente monstruoso!
Ao lado dele, Evertton Araújo mostrou mais uma vez que a vaga é dele. Com uma personalidade de veterano, não se intimidou por jogar pendurado e comandou o setor. Falando em pendurados, tanto ele quanto Jorginho levaram o cartão e estão fora da próxima rodada, mas que partidaça fizeram! Provaram que vestem o Manto Sagrado com a raça que a gente exige.
E o que falar de Carrascal? O homem que decidiu o jogo com um golaço! A vitória tem a assinatura dele, um jogador que quando está em campo, a qualidade do time sobe de patamar. É craque, não tem jeito!
Muralha Rubro-Negra e a Mente do Mister
Nossa linha defensiva foi um espetáculo à parte. Além do salvador Léo Pereira, tivemos um Léo Ortiz impecável, jogando com a tranquilidade de quem nasceu para vestir nosso Manto. Varela também fez uma partida seguríssima pela direita. A única baixa foi Ayrton Lucas, que saiu por não aguentar o ritmo intenso dos 90 minutos, mas cumpriu seu papel.
E tudo isso foi orquestrado pelo nosso comandante, Leonardo Jardim. Ele percebeu que o time pendia muito para o lado direito no primeiro tempo e fez os ajustes no vestiário. O resultado? Um segundo tempo de domínio ainda mais avassalador. As substituições foram cirúrgicas, não só para dar gás novo, mas para manter a dinâmica e a pressão sobre o Grêmio.
O gol foi a prova disso. Uma jogada que começou com a visão e a qualidade de Léo Ortiz, que achou um lançamento espetacular. A bola encontrou Emerson Royal, que tinha acabado de entrar, e no seu primeiro toque na bola, serviu Carrascal com um passe de cinema. Golaço! Do jeito que o Flamengo gosta, com triangulação, inteligência e categoria.
A vitória foi, nas palavras do próprio Jardim, “extremamente merecida”. Saímos de Porto Alegre com os três pontos e a certeza de que estamos no caminho certo. A sensação é de que deixamos o jogo perigosamente aberto, mas a superioridade foi tanta que o Grêmio mal conseguiu nos ameaçar. Agora é seguir em frente, corrigir essa pontaria e buscar a liderança que é nosso lugar. Dale, Mengão!
Informações com base em reportagem do ge.globo.com.