CENAS DE GUERRA! CAOS TOTAL NA COLÔMBIA CANCELA JOGO DO MENGÃO
É inacreditável o que aconteceu na Colômbia, Nação! O que era pra ser uma noite de futebol pela Libertadores virou um campo de batalha. O jogo do Mengão contra o Independiente Medellín foi cancelado antes mesmo de começar de verdade, e o motivo é uma vergonha para o futebol sul-americano. A torcida deles, revoltada com a má fase do time, resolveu transformar o Estádio Atanasio Girardot num inferno.
A selvageria começou cedo. Barreiras de metal foram arremessadas no gramado, atearam FOGO em parte da arquibancada e alguns marginais ainda invadiram o campo. O clima era de guerra, não de futebol. O árbitro Jesús Valenzuela, vendo que não havia a menor condição de jogo, fez o certo: mandou todo mundo de volta para o vestiário. A segurança dos nossos atletas e da nossa delegação em primeiro lugar, sempre!
BOTO BATE NO PEITO E CRAVA: ‘OS TRÊS PONTOS SÃO NOSSOS!’
E no meio desse caos todo, quem apareceu para defender o Manto Sagrado? Ele mesmo, nosso diretor de futebol, José Boto! Com a autoridade que o cargo exige, ele foi direto e reto. Deixou claro que o Flamengo espera nada menos que a vitória por W.O., ou seja, os três pontos na conta do Mais Querido.
Nas palavras do próprio Boto, a lógica é simples e o regulamento é claro. “Obviamente, esperamos conquistar os três pontos, porque a responsabilidade não é nossa e os regulamentos são claros. A equipe mandante não conseguiu garantir a segurança”, cravou o nosso diretor. É isso! Não temos nada a ver com a crise interna deles. Quem organiza o espetáculo tem que garantir a segurança. Se não garantem, que paguem o preço!
A Conmebol já suspendeu a partida e vai abrir um processo para investigar o ocorrido. Mas, para nós, rubro-negros, o resultado já está decidido. A culpa é 100% do time da casa. O Mengão viajou, se preparou e estava pronto para entrar em campo e amassar mais um adversário na Liberta.
A CONFISSÃO DO ADVERSÁRIO: ‘NÃO HAVIA SEGURANÇA’
A situação foi tão absurda que até o presidente do Independiente Medellín teve que dar o braço a torcer. Segundo José Boto, o próprio dirigente colombiano reconheceu que era impossível realizar a partida. A ideia inicial deles era tentar jogar com os portões fechados, mas nem isso era viável.
“O próprio presidente […] reconheceu-nos que não havia condições de segurança nem dentro nem fora do estádio”, revelou Boto. Isso só reforça a posição do Flamengo. Não foi um capricho nosso, foi uma constatação de perigo iminente. Como mandar nossos jogadores a campo com torcedores jogando objetos, ateando fogo e com uma faixa estendida que dizia “Transformaram o campo em um cemitério”? Inaceitável!
Um jornalista que estava trabalhando no local chegou a ser atingido por um objeto. Isso não é futebol, isso é crime. O Flamengo se posicionou de forma firme, através de uma pessoa ligada ao departamento de futebol que falou com a reportagem do Lance!, afirmando que a equipe só voltaria a campo com segurança totalmente assegurada. E como não foi, a decisão foi a única possível.
FLAMENGO SEMPRE QUIS JOGAR, MAS A VIDA VEM PRIMEIRO
Que fique claro para todo mundo: o Flamengo queria jogar! Nosso time está voando e não foge de desafio. A vontade era entrar em campo e resolver no talento, como sempre fazemos. Mas existe um limite, e esse limite é a segurança de todos os envolvidos.
José Boto fez questão de ressaltar isso. “Dizer também que sempre quisemos jogar, essa era a nossa vontade, mas queríamos que fossem reunidas todas as condições de segurança para os nossos jogadores, para os nossos adeptos e para nós, inclusive no deslocamento ao aeroporto”, completou o diretor português.
A decisão da Conmebol de suspender o jogo, portanto, foi a mais correta. Agora, a Nação Rubro-Negra aguarda o que já é óbvio: a confirmação dos três pontos. Que a punição ao Independiente Medellín seja exemplar para que cenas lamentáveis como essa nunca mais manchem o nome da nossa amada Libertadores. A justiça será feita e o Mengão seguirá firme na busca pelo tetra! SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.