O CAOS EM MEDELLÍN: A VERDADE NOS BASTIDORES!
A Nação Rubro-Negra ficou com o coração na mão, e agora a verdade vem à tona! Nosso diretor de futebol, o português José Boto, quebrou o silêncio e detalhou o verdadeiro cenário de guerra que a delegação do Mengão enfrentou no Estádio Atanasio Girardot. Não foi só um jogo cancelado, foi um atentado à segurança dos nossos atletas e de toda a comissão técnica!
Em palavras fortes, Boto descreveu a chuva de objetos que caía sobre o acesso ao nosso vestiário. Não era brincadeira, Nação! Ele foi claro e direto. “Eles começaram a arremessar sinalizadores, havia também pedras de gelo, pedras e ferros, e aquilo entrou tudo. Não havia nenhuma condição de segurança”, desabafou o dirigente.
A sensação era de ameaça real. Como ele mesmo disse, era impossível saber o que os invasores carregavam. “Não sabíamos o que havia lá dentro, se havia uma arma, uma faca ou qualquer outro objeto, e nos sentimos um pouco ameaçados, como é óbvio”, completou. Isso não é futebol, isso é barbárie!
A PROPOSTA ABSURDA DO ADVERSÁRIO
E se você pensa que o absurdo parou por aí, está enganado. José Boto revelou uma conversa inacreditável com o presidente do Independiente Medellín. O cartola colombiano, junto com um representante do governo local, queria simplesmente evacuar o estádio e retomar a partida mais tarde, como se nada tivesse acontecido.
Mas nosso diretor foi gigante! Com a inteligência que se espera de um dirigente do Mais Querido, ele rebateu na hora. “Disse a ele: ‘Mas quando as pessoas virem na televisão que o jogo está a acontecer, vai ser pior. Vão voltar ainda mais raivosas, mais revoltadas, e a situação vai piorar’”, contou Boto. Uma resposta cirúrgica que protegeu nossa delegação de um risco ainda maior.
Fica claro que a pressão local queria forçar a realização do jogo a qualquer custo, ignorando completamente a integridade física dos nossos jogadores. Mas o Flamengo foi firme e não cedeu um centímetro!
INVASÃO AO VESTIÁRIO E GÁS LACRIMOGÊNEO
O ponto mais grave, sem dúvida, foi a invasão dos túneis de acesso ao nosso vestiário. Isso é uma falha de segurança inaceitável em qualquer competição, ainda mais na Libertadores! Boto descreveu o pânico e a confusão que se instalaram.
“A única situação foi que alguns adeptos conseguiram entrar nos túneis e no acesso aos vestiários, o que não é agradável”, disse ele, com uma modéstia que esconde a gravidade do fato. Para controlar a situação, a polícia local teve que usar a força. “Houve muita polícia e utilização de equipamentos de choque, como granadas de gás lacrimogêneo. Não foi uma situação agradável para os nossos jogadores nem para nós”, afirmou.
Imaginem nossos craques, nosso Manto Sagrado, no meio de uma confusão com gás e violência. É revoltante! Apesar de tudo, Boto fez questão de dizer que a hostilidade não era direcionada ao Fla, mas isso não diminui o perigo e o trauma da situação.
CALENDÁRIO APERTADO: MENGÃO NÃO PODIA ESPERAR
A diretoria do Rubro-Negro deixou claro que a intenção sempre foi jogar e garantir a classificação dentro de campo, mas com segurança. Foi oferecida a possibilidade de jogar na quinta-feira, mas nunca em outra data, como na sexta.
O motivo é simples e óbvio para quem entende de futebol: o calendário insano. O Mengão já está em Porto Alegre para o confronto decisivo contra o Grêmio no domingo. Boto foi enfático ao explicar a impossibilidade. “Jogar hoje (sexta) e depois jogar com o Grêmio, isso não é possível. Já há muitas coisas que são quase impossíveis aqui na América do Sul, mas essa era completamente impossível”, cravou.
O Flamengo defendeu seus direitos e sua programação. Não vamos nos curvar a um calendário que já nos prejudica e muito menos colocar a saúde dos nossos atletas em risco por uma falha de segurança do time da casa.
W.O. À VISTA: É QUESTÃO DE JUSTIÇA!
Agora, a bola está com a CONMEBOL. O caso será julgado pelo Órgão Disciplinar, e a expectativa é uma só: a vitória do Flamengo por W.O. e uma punição severa ao clube mandante. Para José Boto, não existe outro desfecho possível.
Ele queria a vitória no campo, como toda a Nação. “Nós entramos em campo lá para isso, gostaríamos de assegurar a classificação em campo”, disse. Mas diante do caos, a justiça tem que ser feita nos tribunais da entidade. E nosso diretor está confiante.
“Temos quase certeza de que vamos ter (vitória por W.O.), não há outra decisão que a Conmebol possa tomar”, finalizou Boto. É isso! A palavra de quem vive o clube e defende nossas cores com unhas e dentes. A Nação está contigo, Boto! Aguardamos os 3 pontos que são nossos por direito! Dale, Mengão!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.