Aquele ‘infelizmente’ que todo Rubro-Negro sentiu
Nação, o sangue ferveu nesta quarta-feira, não foi? Ver o PSG, nosso algoz, passando para a final da Champions League contra o Bayern foi um misto de sentimentos. De um lado, a raiva de lembrar daquela final. Do outro, um brilho de esperança. A palavra que ecoou nas redes sociais foi ‘infelizmente’. Infelizmente eles passaram, mas felizmente a chance da nossa vingança está mais viva do que nunca!
Os franceses venceram o agregado por 6 a 5, com Dembélé abrindo o placar e Kane descontando para o Bayern, mas o que importa é que a porta se abriu. O PSG agora enfrenta o Arsenal na grande final no dia 30 de maio. E nós, a maior torcida do mundo, já estamos de olho. O destino nos deve essa!
A cicatriz de 2025 que nunca fecha
Impossível não voltar no tempo. A final do Mundial de Clubes de 2025, em Doha, no Catar. Aquele 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação que levou a decisão para os pênaltis. E ali, o pesadelo chamado Safonov. O goleiro deles parecia gigante, pegando tudo.
É uma dor que ainda queima na alma de todo flamenguista. Ver nossos guerreiros caindo um a um na marca da cal. O PSG venceu por 2 a 1 nas penalidades, e a lista de quem desperdiçou ainda dói de ler:
- Saúl
- Pedro
- Léo Pereira
- Luiz Araújo
Quatro cobranças. Quatro defesas daquele goleiro. Uma noite para esquecer no resultado, mas para lembrar na motivação. O futebol dá voltas, e a nossa hora de dar o troco vai chegar, Mengão!
Como foi aquele jogo doloroso em Doha
A verdade precisa ser dita: o PSG dominou o primeiro tempo daquela final. Logo aos três minutos, João Neves apareceu sozinho nas costas do nosso pitbull Erick Pulgar, mas, para nossa sorte, mandou pra fora. A pressão era imensa.
Aos 8 minutos, um susto GIGANTE. Rossi tentou evitar um escanteio, a bola sobrou pra Fabián Ruíz que fuzilou pro gol. O coração parou. Mas o VAR, abençoado seja, viu que a bola tinha saído antes do chute do nosso goleiro. Gol anulado! A Nação respirou aliviada.
Nosso time, comandado por Filipe Luís na época, tentava parar os caras na raça. Jorginho e Alex Sandro levaram amarelo antes dos 25 minutos, mostrando a pegada que era necessária. Nossa primeira chance veio aos 16, com Pulgar chutando cruzado para defesa de Safonov.
Mas o ímpeto deles era forte. Aos 37 minutos, não teve jeito. Após um passe de Mayulu, que ainda contou com um toque de Rossi, o georgiano Kvaratskhelia abriu o placar. Foi um balde de água fria. Nossos pontas, Carrascal e Gonzalo Plata, estavam desencaixados, e até mesmo craques como Arrascaeta e Bruno Henrique sentiam a diferença física. Fomos para o intervalo em desvantagem, mas a luta nunca parou.
O caminho para a revanche está traçado, Nação!
Agora a matemática é simples e o recado está dado. O destino nos chama! Para que a tão sonhada revanche aconteça, dois passos precisam ser dados.
Primeiro: o PSG precisa vencer o Arsenal na final da Champions League. Que vençam. Que cheguem no Mundial se achando os reis da Europa. Melhor assim.
Segundo, e mais importante: o Mengão precisa fazer a sua parte. Precisa conquistar a América de novo! É foco total na Libertadores, é jogar cada partida como uma final, é honrar o Manto Sagrado para levantar o tricampeonato.
Se esses dois cenários se confirmarem, nos vemos em dezembro. Flamengo x PSG, valendo o topo do mundo. E dessa vez, a história será diferente. A Nação vai empurrar, e em campo, a gente vai devolver a dor de 2025. Podem esperar, o Flamengo vem forte. SRN!
Informações com base em reportagem do www.lance.com.br.