TRAGÉDIA no Maraca: Jovem Arthur Cortines Laxe perde visão após clássico e família cobra justiça!

Um absurdo! O jovem Arthur Cortines Laxe, de 18 anos, perdeu a visão do olho direito após ser atingido por bala de borracha no Maraca. A Nação exige respostas e segurança para todos!

Torcedor perde a visão após confusão em Flamengo x Vasco — Foto: Arquivo Pessoal

É com o coração apertado e a alma rubro-negra em luto que a Nação Rubro-Negra recebe uma notícia devastadora que mancha a paixão do futebol. O que deveria ser um espetáculo de rivalidade sadia no nosso Maracanã se transformou em tragédia para um jovem torcedor. Arthur Cortines Laxe, de apenas 18 anos, teve sua vida drasticamente alterada após o clássico entre o nosso Mengão e o Vasco, no último domingo, no entorno do estádio. Ele perdeu a visão do olho direito depois de ser atingido por uma bala de borracha e agora sua família clama por justiça.

Não existe vitória ou derrota que justifique um acontecimento tão brutal. Um jovem de 18 anos, que saiu de casa para assistir a um jogo, agora enfrenta um futuro incerto, com a perda de um olho e a necessidade de múltiplas cirurgias. É inadmissível que a alegria de ir ao Maraca seja substituída pelo terror e pela dor.

O Drama de Arthur Cortines Laxe: Uma Vida Marcada Pelo Caos

A situação de Arthur Cortines Laxe é de cortar o coração. O jovem, torcedor do Vasco, foi atingido no olho direito por uma bala de borracha disparada por um policial militar. O impacto foi tão grave que resultou na perda da visão. Atualmente, Arthur está internado na Casa de Saúde São José, no Humaitá, na Zona Sul do Rio, e o caminho pela frente é longo e doloroso.

  • Idade: 18 anos
  • Lesão: Perda da visão do olho direito
  • Tratamento: Passará por pelo menos três cirurgias, incluindo uma plástica e outra para tratar uma fratura no nariz.
  • Local do incidente: Entorno do Maracanã, Zona Norte do Rio.

A mãe de Arthur, Christiane Cortines, está em choque e com o coração em pedaços. Ela relata que o disparo foi feito enquanto o filho tentava deixar o estádio, em meio a uma confusão generalizada entre torcedores. É inconcebível que um jovem, que não estava envolvido na briga, se torne vítima de uma violência tão desproporcional.

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Relato Chocante e a Falha no Socorro

O próprio Arthur Cortines Laxe descreveu os momentos de terror, e suas palavras são um soco no estômago. Ele contou que, ao tentar se afastar do tumulto, foi surpreendido pelo disparo:

“Eu fui contornando o Maracanã sentido Uerj para pegar o metrô, aí passei na curva e começou outro tumulto. Quando virei pra trás, ouvi os cavalos e já tomei um tiro na cara. Quando eu consegui chegar perto de um carro do choque, eu pedi ajuda. Eu estava gritando por socorro e o cara falou: ‘sai daqui, se vira’. Outro ainda disse: ‘ganha o teu’.”

É revoltante saber que, em um momento de desespero e com tanto sangue, o jovem Arthur foi ignorado por quem deveria protegê-lo. A ajuda, segundo ele, só veio de um taxista que passava pelo local. A PM, por sua vez, agia para dispersar os torcedores com bombas de efeito moral e gás, e foi nesse contexto que a bala de borracha o atingiu. A mãe complementa a narrativa angustiante:

“Saía tanto sangue, ele estava totalmente ensanguentado e ainda virou por esse policial pedindo socorro. O policial teve a coragem de falar pra ele: ‘cara, vai embora o que tu está fazendo aqui. Vai embora’.”

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Essa atitude é inaceitável e clama por uma investigação rigorosa. Como podemos nos sentir seguros indo ao estádio, ao nosso Maraca, se a própria segurança pode nos causar um dano irreparável e, pior, negar socorro?

Ação Policial e a Cobrança por Justiça

A Polícia Militar confirmou o ferimento de Arthur por disparo de elastômero e que ele foi socorrido. O comando das unidades envolvidas instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias da ocorrência. Mas a família Cortines Laxe não quer apenas apuração; ela busca reparação e justiça. A mãe, Christiane, foi enfática em sua demanda:

“Quero uma indenização, sim, por direito, por tudo que meu filho está passando. É mais do que justo isso. É inadmissível uma pessoa sair de casa para assistir a um jogo e voltar sem a visão.”

E ela está coberta de razão! Nenhum torcedor, de qualquer time, deveria passar por isso. A paixão pelo futebol não pode custar a integridade física, muito menos a visão de um jovem. A Nação Rubro-Negra, que sempre preza pela segurança e pela festa nas arquibancadas, se solidariza com Arthur e sua família e exige que os responsáveis por essa barbárie sejam identificados e punidos.

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O Cenário de Caos Pós-Jogo: Mais Vítimas da Violência

O caso de Arthur não foi isolado. A PM informou que cerca de 800 agentes atuaram no policiamento do clássico, e ao todo, 15 pessoas foram presas. As confusões, infelizmente, se estenderam pelas imediações do Maracanã após o apito final, com registros de agressões e confrontos entre torcidas organizadas. Moradores da região relataram momentos de medo e terror.

Além de Arthur, outros 2 torcedores também ficaram feridos nos tumultos. Um torcedor do Mengão e outro do Vasco foram espancados e chegaram a ficar desacordados, mostrando que a violência não escolhe cor de camisa. Um deles, identificado como Hiata André Barbosa, e o outro, que não teve a identidade divulgada, foram levados para o Hospital Municipal Souza Aguiar e permanecem internados em estado estável. Para completar o cenário de horror, um deles ainda teve seu relógio roubado. É um total desrespeito à vida e à paixão dos torcedores.

É fundamental que a segurança seja revista e aprimorada para que cenas como essas não se repitam. O futebol é emoção, é vida, é paixão, mas acima de tudo, deve ser um ambiente seguro para todos. A Nação não aceita que o nosso Maraca, templo do futebol, seja palco de tamanha violência e descaso. Arthur Cortines Laxe é a prova viva de que algo precisa mudar, e precisa ser agora. Que ele tenha uma recuperação completa e que a justiça seja feita!

Informações com base em reportagem do ge.globo.com.